Lição 1 -
Introdução (Cristaloterapia)
''O aspecto transcendente de uma pedra preciosa sempre
exerceu grande influência nos povos antigos, principalmente o
grupo de cristais. Usada como amuletos ou talismãs, as gemas
ofereciam proteção contra fantasmas, repeliam o demônio,
preservavam a saúde, protegiam contra a pobreza. Não eram
somente os sacerdotes que nutriam uma relação espiritual
com os minerais, os nobres e plebeus também observavam tal
aplicação. Os cristais têm assegurado um lugar garantido nas
religiões, uma vez que adornam relicários, santuários, imagens
sagradas e simbolizam a manifestação divina na natureza.
Até o final do século XIX, os minerais, em especial os
cristais, também eram administrados regularmente pela
medicina alopática – podiam ser colocados na parte doente
do corpo, aplicados no alimento, tomados em pequenas doses,
ou até a sua simples presença ao lado do enfermo capacitaria a
cura. Com o avanço da farmacopeia alopática, o emprego dos
cristais foi reduzido drasticamente, restando muito pouco das
fórmulas antigas, entre elas, o cristal dolomita que ainda é
utilizado como fonte de cálcio. A homeopatia é uma das raras
áreas da medicina que ainda se utiliza do reino mineral para a
confecção de remédios, todavia, valendo-se basicamente das
energias sutis e não do composto físico-químico.''
exerceu grande influência nos povos antigos, principalmente o
grupo de cristais. Usada como amuletos ou talismãs, as gemas
ofereciam proteção contra fantasmas, repeliam o demônio,
preservavam a saúde, protegiam contra a pobreza. Não eram
somente os sacerdotes que nutriam uma relação espiritual
com os minerais, os nobres e plebeus também observavam tal
aplicação. Os cristais têm assegurado um lugar garantido nas
religiões, uma vez que adornam relicários, santuários, imagens
sagradas e simbolizam a manifestação divina na natureza.
Até o final do século XIX, os minerais, em especial os
cristais, também eram administrados regularmente pela
medicina alopática – podiam ser colocados na parte doente
do corpo, aplicados no alimento, tomados em pequenas doses,
ou até a sua simples presença ao lado do enfermo capacitaria a
cura. Com o avanço da farmacopeia alopática, o emprego dos
cristais foi reduzido drasticamente, restando muito pouco das
fórmulas antigas, entre elas, o cristal dolomita que ainda é
utilizado como fonte de cálcio. A homeopatia é uma das raras
áreas da medicina que ainda se utiliza do reino mineral para a
confecção de remédios, todavia, valendo-se basicamente das
energias sutis e não do composto físico-químico.''